domingo, 28 de fevereiro de 2010

Universidade das Quebradas


O Programa Avançado de Cultura Contemporânea (PACC) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) está com inscrições abertas para um dos mais importantes cursos de Extensão promovido por universidades brasileiras. É um curso gratuito denominado “Universidade das Quebradas”, “voltado para produtores, ativistas e artistas de todas as quebradas.” Com o projeto o PACC pretende diminuir a distância que existe entre “as áreas periféricas de um lado e os centros acadêmicos de outro. O lance agora é completar saberes, trocar idéias e juntar todo mundo.” O curso oferece formação aos produtores culturais e artistas das comunidades do Rio de Janeiro, por intermédio de um encontro produtivo com pesquisadores e professores da UFRJ e de outras instituições. As aulas são presenciais e quinzenais e se baseiam nas cinco áreas de produção cultural: Literatura, Artes Visuais, Teatro, Dança e Música. Um panorama da cultura e das artes com foco especial nos séculos 20 e 21. Oficinas de leitura e criação, blogs com produções dos participantes, aulas filmadas e transmitidas via Internet. Para saber mais sobre a Universidade das Quebradas visite o endereço eletrônico http://www.pacc. ufrj.br/arquivos %20pdf/proj_ queb_02_2010.Pdf.

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sábado, 27 de fevereiro de 2010

O Musa e a Astronomia

Muito interessante a iniciativa do Museu da Amazônia (Musa) em promover hoje e no próximo sábado, dia 06 de março de 2010, a primeira Oficina de Astronomia para crianças! As atividades da oficina serão coordenadas pela professora de Física da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e consultora do Musa, Luciana da Cunha. Podem participar crianças entre 07 e 12 anos. Os encontros serão no Jardim Botânico de Manaus, das 14h às 16h com temas como: por que temos o dia e a noite; por que temos as quatro estações; como identificar planetas e estrelas. Ludicidade e interatividade serão presentes em todos os temas abordados. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por meio de e-mail enviado ao endereço musa@museudaamazonia.org.br com os seguintes dados: Nome; Nome do responsável; Telefone e email do responsável; Idade; Escola e Série. Informações podem ser obtidas pelo telefone (92) 3236-3079.

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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Liberações ilegais


Para cumprir promessas de campanha, o ex-reitor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Hidembergue Ordozgoith da Frota, autorizou a rodo a liberação de professores em estágio probatório, principalmente das unidades do interior do Amazonas, a saírem para cursar mestrado e doutorado. Em Manaus, houve professor da Faculdade de Medicina que, além de ser contratado ilegalmente, num dos maiores absurdos da história da Ufam, também foi liberado para cursar doutorado quando estava em estágio probatório. O ministério do Planejamento recomendou que todas as instituições nas quais as liberações ilegais tenham ocorrido suspendam o estágio probatório e cobrem o cumprimento do período de três anos no retorno das pessoas. Quem foi liberado ilegalmente terá de se submeter a novo período de estágio, a contar a partir do retorno ao trabalho. Além disso, a Ufam não mais liberará professores em estádio probatório. Ponto para a professora Márcia Perales que passar a corrigir erros grosseiros cometidos pelo seu antecessor e padrinho político. Uma prova de que a nova reitora, ao que tudo indica, não é tutelada pelo padrinho. Bom para a Ufam.

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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Explicações oficiais


Durante o processo de consulta pública para a escolha da nova administração da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) foram abertas inúmeras frentes de obras dentro do Campus Universitário Arthur Virgílio Filho. Terminado o processo de consulta, ao que tudo indica, pisaram no freio. O Centro de Convivência está parado, dizem, só dizem (parece que tudo foi encoberto) que o ex-reitor fora multado pela falta de Licença Ambiental para a obra. O certo é que a área foi devastada, mas a obra está parada. Não se vê mais uma pá de cal nas obras do Museu Amazônico e as demais estão em ritmo de cágado. Sem falar que nas unidades do interior, como em Benjamin Constant, a falta de conclusão das obras foi um dos motivos de uma longa greve. A comunidade em geral e, principalmente a comunidade da Ufam precisam de uma resposta. Alguém pode nos explicar o que ocorre?

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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Recordista em não-aprovação


Não são os estudantes amazonenses os recordistas em não-aprovação depois do uso do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) para ingressarem na Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Embora seja o campeão de ganhar eleições internas (o que comprova que às vezes nem sempre a maioria está certa), o ex-reitor, Hidembergue Ordozgoith da Frota é o campeão contas reprovadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Recentemente divulgamos que as contas de 206 da sua gestão haviam sido reprovadas pelo TCU. Pois bem, não foram apenas as contas de 2006. Por enquanto, e basta consultar o endereço adcon@tecu.gov.br, foram reprovadas as contas de 2005, 2006 e 2007. É bem-verdade que as multas são tão pequenas, como a de 2006, de apenas R$ 3 mil, que, mais incentivam a reprovação que a aprovação. Mas, é incômodo para um bom tempo não ter as contas aprovadas ano a ano. Será que algum ex-reitor foi tão reprovado assim pelo TCU?

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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Tolice em segundo turno

De novo vem o chororô de que na segunda etapa do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) para ingressarem na Universidade Federal do Amazonas (Ufam) grande parte das vagas foram para estudantes de outros estados. A se usar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) como parâmetro, o Amazonas aparece em 22° como um dos cinco piores do País. Não precisava nem ter bola de cristal para saber que em uma disputa nacional pelas vagas dos cursos mais concorridos não haveria nenhum estudante do Amazonas. Portanto, deixem de bobagem: a Ufam não tem culpa nenhuma em os estudantes do Estado nela não ingressarem com a adoção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Pare até tolice em segundo turno. Em quantas etapas forem divididas as opções por meio do Sisu, sempre haverá um índice altíssimo de estudantes de fora do Estado. Como para garantir a vaga é preciso efetiva a matrícula, essa concorrência nacional é para inglês ver. Serve sim para provocar um tremendo estresse nas famílias dos estudantes amazonenses e deixá-los com a auto-estima no fundo do poço por ingressarem na repescagem da repescagem. No mais, o alvo pela péssima qualidade da Educação no Estado não é a Ufam.

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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Estudantes de aço


Os estudantes de fora de Manaus aprovados na segunda etapa no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) para ingressarem na Universidade Federal do Amazonas (Ufam) precisam ser filhos ou parentes do Super-Homem para conseguirem cumprir os prazos. Para se ter uma ideia de quanta correria é necessária, o prazo para as matrículas começam amanhã e encerram-se na sexta-feira. É evidente que boa parte dos aprovados de fora jamais conseguirá encaminhar (ou muito menos vir a Manaus), até sexta-feira, todos os documentos necessários. Só mesmo com uma senhora ajuda de Clarck Kent e do Super-Homem juntos para tanta correria. Esse tipo de coisa torça o sistema estressante. Como já frisei aqui antes, não basta parecer democrático. É preciso, na prática, que o sistema possibilite a concorrência entre todos. Caso contrário, cria-se que, no discurso, permite a concorrência nacional, mas, na prática, é apenas para estrangeiros verem.

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