O Conselho de Ensino e Pesquisa (Consep) da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) reúne-se amanhã para aprovar a adesão ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como forma de entrada de estudantes na instituição. O que ainda não se sabe é se o velho vestibular, que hoje atende pelo nome de Processo Seletivo Macro (PSM) ainda permanece ou se ficam apenas o Processo Seletivo Contínuo (PSC) e o novo Enem como as duas formas de entrada na Ufam. Pelo gosto do Ministério da Educação (MEC) o Enem seria a única forma de entrada nas universidades federais. Não se pode negar a economia brutal que se faria, uma vez que um exame cujo objetvo é medir a qualidade de saída do Ensino Médio também serviria de parâmetro para selecionar entrantes no Ensino Superior.
quarta-feira, 6 de maio de 2009
terça-feira, 5 de maio de 2009
Para a juíza ver
O concurso público para Professor de Carreira objeto do Edital 0013/2008 da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) faz o primeiro aniversário em agosto sem que nada seja resolvido. A Ufam tenta, de todas as maneiras, convencer a juíza federal Jaiza Fraxe de que problemas só ocorrerão na Faculdade de Direito, o que não é verdade. Já não era tempo de a Ufam, dignamente, assumir os erros e promover novo concurso? Os prejuízos financeiros e de imagem são imensos. Mas, é melhor a emenda que o soneto. O que não se pode é apresentar soluções apenas para "a juíza ver". Rotas devem ser corrigidas para que os problemas não se repitam. É isso que a sociedade espera de uma universidade federal.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Teimosia insana
Enterrar dinheiro público em reformas ou construções do tipo meia-boca na estrutura atual do Hospital Universitário Getúlio Vargas (HUGV) é uma teimosia que beira a isanidade. O que se precisa é de um novo hospital, preferencialmente junto ao Instituto de Ciências Bológicas (ICB), no Campus Universitário Arthur Virgílio Filho. As reformas feitas até agora no HUGV revelaram-se um engodo. Nem mesmo as construções ditas novas, como é o caso do Ambulatório Araújo Lima, deixaram de padecer dos velhos vícios: o prédio foi entregue fora das espeçificações. Será necessário mais de R$ 1 milhão para que volte a funcionar. Vale lembrar que não se vai salvar o curso de Medicina da Ufam nem o HUGV apenas com prédios. É preciso um choque de modernidade administrativa que leve em conta essencialmente os seres humanos que ali trabalham. Sem isso, milhões podem ser derramados no HUGV e no curso de Medicina que nada mudará.
domingo, 3 de maio de 2009
O papel didático do erro
Lido várias vezes, o artigo "Revolução pedágógica", publicado hoje, dia 03 de maio de 2009, na página B/6 do jornal "Amazonas em Tempo" (http://www.emtempo.com.br/) ainda fui pubicado com erros. São erros que passam pelo filtro dos olhos por mais que várias leituras sejam feitas. Exemplos como esse deixam claro que não se pode ter jornal perfeito, assim como não se pode fazer uma escola moderna, uma escola nova, sem que o erro seja visto como fundamental para o processo de ensino-apredizagem e geração do conhecimento. Quanto mais se erra mais se tem chance de acertar. É como destaca o artigo: "Uma universidade que não muda, que permanece como as mesmas práticas pedagógicas não tem como se orgulhar do seu passado, perde o bonde da história do presente e corre o risco de fenecer". Que os erros, no decorrer da vida, não nos matem; mas sirvam de combustível para uma vida melhor. Leia o artigo completo no jornal Amazonas em Tempo.
sábado, 2 de maio de 2009
Revolução pedagógica no Em Tempo
Há duas consultas defendemos que a grande mudança a ser feita na Universidade Federal do Amazonas não está nos prédios: deve ser na prática das pessoas. Mais que isso, deve ser uma revolução didático-pedagógica. O problema crucial da Ufam é o mesmo das demais universidades brasileiras: centrar o foco no ensino e não na produção do saber. Tanto nos cursos de graduação quanto nos curso de pós-graduação o que se tem é uma preocupação com o formalismo do ensino, ou seja, com a reprodução do conhecimento.
E qual o locus fundamental para a reprodução do conhecimento? A sala de aula. Talvez por pura incompetência nossa não conseguimos demonstrar à comunidade universitária que o pior ambiente de ampredizem que existe na sociedade moderna é exatamente a sala de aula. Exatamente porque a sala de aula é o locus da reprodução do conhecimento. A produção do saber ocorre em qualquer outro lugar, muito pouco na sala de aula. Lá é o local típico para a reprodução do conhecimento. A não ser que haja uma quebra de paradigmas e o espaço da sala de aula passe a funcionar como um ambiente de aprendizagem.
E qual o locus fundamental para a reprodução do conhecimento? A sala de aula. Talvez por pura incompetência nossa não conseguimos demonstrar à comunidade universitária que o pior ambiente de ampredizem que existe na sociedade moderna é exatamente a sala de aula. Exatamente porque a sala de aula é o locus da reprodução do conhecimento. A produção do saber ocorre em qualquer outro lugar, muito pouco na sala de aula. Lá é o local típico para a reprodução do conhecimento. A não ser que haja uma quebra de paradigmas e o espaço da sala de aula passe a funcionar como um ambiente de aprendizagem.
Leia o conteúdo completo do Artigo "Revolução Pedagógica" na página de Ciência e Tecnologia do Jornal Amazonas em Tempo (www.emtempo.com.br) deste domingo, dia 03 de maio de 2009.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Revolucionários e reacionários
Nas discussões de ontem sobre o Projeto Político Pedagógico do curso de Jornalismo da Ufam, a professora Maria da Conceição Derzi promoveu momentos de emoção. Terminou por contagiar os poucos presentes, inclusive a professora Tereza Cristina Barboza, da Pro-reitoria de Ensino de Graduação. Derzi nos fez ver que não estamos promovendo apenas uma inovação. O que estamos fazendo no novo curso de Jornalismo é uma "revolução cultural" que irá interferir nos destinos pedagógicos da Ufam nos próximos anos. Este é o grande desafio: devolver a emoção, a paixão e o desejo de aprendizagem constante aos professores e estudantes. E esse é o tipo de desafio que tem a nossa cara. Ceiça, esteja presente conosco neste desafio e nos faça compreender sempre tanto os revolucionários quanto os reacionários pois deles, e de todos, é feita a essência da Ufam.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Sem falhas
O concurso público da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) objeto o edital 013/2008, enfim, parece ter sido liberado na Justiça. Uma convocação assinada pelo diretor do Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL), professor Ricardo José Batista Nogueira, convoca os departamentos a homologarem o resultado do concurso objeto do referido edital. O que causa espanto e o "tamanho" da demora para se resolver um assunto crucial para a Ufam. Enquanto o seu lobo não vinha, estudantes ficaram sem aulas e professores foram para outras universidades. Talvez o maior ganho tenha sido a preocupação de se fazer um concurso sem falhas ocorrida no certame em curso na Ufam. Com todas as dores que podem ter havido, o processo de suspensão do concurso serviu para alguma coisa.
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