quinta-feira, 3 de agosto de 2017

A defesa da cobrança de mensalidades

Quando entrei na Universidade Federal do Amazonas (UFAM) como estudante, em 1985, o discurso da cobrança de mensalidades nas federais era o mote. E o foi durante muitos. De uns tempos para cá, o tal discurso tinha adormecido. Pois bem: voltou com toda força. Pipocam, de todos os lados, defesas da cobrança de mensalidades nas universidades públicas federais. Não se podia esperar nada diferente de uma equipe que, historicamente, defende o “estado mínimo na Educação”. Portanto, não é de se estranhar que tenhamos sim a proposta de cobrança das mensalidades nas universidades públicas. Quem ainda não acredita, é só esperar para ver.


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quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Bolsistas do CNPq podem ficar sem receber

Não são apenas algumas universidades brasileiras (A Universidade Federal do Amazonas – UFAM – não está em nenhuma das listas das que podem fechar) que podem fechar as portas no mês que vem. O Conselho de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) teve o Orçamento de R$ 1,3 bilhão para este ano. No entanto, o governo federal só autorizou o uso de 56% do valor, o que dá aproximadamente R$ 730 milhões. Desse valor, já foram gastos R$ 672 milhões. A estratégia do órgão foi não praticar nenhum tipo de corte nas despesas e “tentar convencer o governo” e liberar integralmente o Orçamento. Não deu certo e, no mês que vem, cerca de 90 mil bolsistas e 20 mil pesquisadores poderão ficar sem receber. Os bate-panelas acadêmicos verde-amarelo CBF pensam que comprar deputados e senadores não tem um custo? Eis aí um deles: o CNPq a beira de um colapso!


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terça-feira, 1 de agosto de 2017

A falta de educação na porta das escolas

Voltei ao tema educação ou a falta dela. E cristaliza-se, principalmente, pasmem, leitores e leitoras: na porta das escolas. Sempre que venho para casa sou obrigado a passar na frente de duas das maiores escolas de Manaus. Eis a cara da falta de educação: pais que param em locais proibidos, em filas duplas e triplas. E tanto faz ser nas escolas consideradas de elite quanto nas mais simples, este tipo de falta de educação é visível. Como formar filhos bem-educados se os próprios pais dão exemplo tão reprovável? A máxima “faça o que eu digo, mas, não faça o que eu faço” não se aplica nestes casos. Temos o dever de dar o exemplo. Nós, pais e mães, poderíamos começar a exercitar o exemplo respeitando as leis do trânsito na frente das escolas.


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