sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Sem envolvimento não há Educação

Ainda sobre o tema abordado ontem, aqui neste mesmo espaço, “O amor melhora o processo do saber”, é cada vez mais claro e evidente, para mim, que “sem envolvimento não há Educação”. E isso só confirma a minha tese de que “educar é um ato de amor”. E como isso ocorre? O envolvimento gera comprometimento e motivação. Dois elementos básico para se conseguir resultados melhores no processo de aquisição de conhecimentos. Se o professor (ou professora) se envolve com a turma, fica mais motivado. Mais motivado, busca dar o melhor de si. E isso se reflete na aula ministrada e em todo o processo. É possível que haja exageros tanto por parte de alguns professores e estudantes neste processo de envolvimento? Sem dúvida, sim. Mas, não se deixar envolver pode medo, por covardia é muito pior para a Educação em si e para a vida!


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quinta-feira, 5 de outubro de 2017

O amor melhora o processo do saber

Definitivamente, os últimos fatos confirmam a tese da professora Maria Luíza Cardinale Baptista: o afeto faz florescer o saber. E foi a partir de uma obra dela que tomei conhecimento da “paixão-pesquisa”. E foi a partir dela e da obra dela que passamos a consolidar as bases da “epistemologia escossistêmica”, que desponta e já começa a ser aceita em revistas do País inteiro. Mais que isso, o importante é que estudantes e professores começam a entender que distribuir afeto cria o ambiente ideal para a troca de saberes, base para uma Educação centrada na autonomia do estudante. É uma mudança radical de postura. Mas, ao que tudo indica, vale a pena!


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quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Fundamentos do pensamento emocional

A disciplina era “Fundamentos do Pensamento Comunicacional”. No Mestrado em Ciências da Comunicação da Universidade Federal do Amazonas. Era na Sala 06, do Bloco Mário Ypiranga Monteiro. E convidei o professor Elias Farias, para apresentar a Música-tese “A última curva do rio”. No dia anterior, os estudantes pediram para fazer uma fotografia, todos juntos, comigo. Pois não é que fizeram um quadro, assinaram a foto com inúmeras dedicatórias carinhosas e me entregaram no meio da aula. Conjuntamente com a emoção da Música-tese do doutor Elias Farias, vivi mais um momento de emoção na UFAM. O outro, inigualável, foi na própria defesa da tese “A canção na Amazônia e a Amazônia na canção”. Recebi aquela foto autografada pelos estudantes como o símbolo de todo o carinho que se trocou durante a disciplina (que nome horroroso!). Curiosamente, comecei a ministra aulas como professor da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e já terminei ontem, como professor da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB). E termino feliz pelas homenagens e pelo reconhecimento do meu trabalho. O tanto de carinho que recebi me deu uma certeza: mudar é preciso. Viajar em vida mais ainda: só as pessoas demonstram o carinho. E o fazem antes da nossa morte. Talvez o nome do processo de troca que iniciamos devesse ser “Fundamentos do pensamento emocional”.


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