terça-feira, 2 de abril de 2019

As respostas típicas do bolsominion


Ao que parece, não é só no humor (presidencial) que ganhamos “destaque mundial”. Desde a campanha de 2018, os Fakenews se tornaram regra universal para o denominado por mim “brasileiro verde-amarelo CBF”, também conhecido como “bolsominion”. Ser argumentos minimamente inteligentes para um debate, recorrem a termos ou frases-feitas, repetidas à exaustão, sem nenhum tipo de relação contextual ou lógica. Acuados, eles respondem a quaisquer “cuestões” com as seguintes respostas: “chupa”; “o choro é livre” e “aceita que dó menos”. É o modo mais preciso de se “descobrir” se uma pessoa é seguidor fundamentalista ou não do governo eleito.

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segunda-feira, 1 de abril de 2019

Vergonha


Ex-alunos, alunas
Professores e professoras
Das universidades brasileiras:
Vocês que defendem 1964
São uma vergonha, se botinas e sapatos.
Ignoram a história
Para assumir publicamente
A falta de leitura
Ou a pouca inteligência.
Nada há a sentir de vocês
A não vergonha:
Muita vergonha.

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Vergonha da burrice alheia


Dá vergonha e asco ao mesmo tempo, misturado com vontade de vomitar, quando vejo ex-alunos (as), bem como colegas professores e professoras das universidades públicas brasileiras a bradar que “não houve ditadura” no Brasil. Fico a me perguntar como a pessoa assume publicamente o atestado de poucas inteligência e leitura? Será por amor cego no candidato que votou? Se não, vejamos, como se trata de falta de leitura. Quando todos os poderes (legislativo, executivo e judiciário) estão concentrados em “um indivíduo, um grupo ou um partido”, a democracia foi morta. Está em curso uma ditadura. Pois não é que li em postagens de professores, professaras e estudantes das universidades brasileiras que “não houve ditadura, porque não havia um ditador?” A pessoa ser pouca dada a raciocinar ou a adotar a família dos asnos em uma universidade é de dar dó. Neste caso específico, não tenho dó, mas, vergonha. Vergonha da burrice alheia!

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