sábado, 30 de março de 2019

Gestos que valem ouro


O dito popular “faça o que eu digo, mas, não faça o que eu faço”, no mais das vezes, se aplica bem a padres, pastores e congêneres. No nosso caso professores e professoras, somo educadores. Portanto, “uma atitude vale mais de o quê mil palavras”. Poderíamos arriscar que nossos gestos valem ouro. O que se depreende, da vida, é que, em alguns casos, dar o exemplo é essencial. Se não, vejamos: se você vir alguém jogar algo na rua quando, próximo do local, há uma lixeira, qual a melhor atitude? Ou se pode chamar a atenção da pessoa e pedir que ela jogue na lixeira o que jogou na rua ou se pega o que foi jogado e se coloca na lixeira. Pese e veja o que você faria. Há uma terceira postura: ir embora e fazer que nem viu, que não é com você. A escolha é sua!

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sexta-feira, 29 de março de 2019

Proteção


Depois de ter endurecido
E quase ter caído
Vélez parece que amansou
Mas, um tenente chamou.
Talvez, para receber proteção
No Ministério da Educação
Que ele não sabe para aonde vai
Até agora, balança, mas não cai.
Por enquanto, só piadas
Até as Forças Armadas
Transformara em estepe
O que fora o MEC.

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Vélez balança, mas, não cai


Lá pelos anos 50, Max Nunes e Paulo Gracindo criaram um programa de rádio chamado “Balança mas não cai (sic)”. Era na Rádio Nacional do Rio de Janeiro. Em 1968, o Programa chegou à televisão, por uma dessas coincidências do destino, justamente, na Rede Globo. E não é que agora, desde o primeiro dia do mês de janeiro deste ano, estreou no Ministério da Educação (MEC), algo semelhante. Tanto pelas tiradas catastróficas do ministro Ricardo Vélez Rodriguez, que chegou a citar Pablo Escobar como exemplo, em uma conferência sobe Educação, quanto pelo fato de nem bem assumir e já balançar mais que uma goiabeira sem Jesus no cume. Poder-se-ia dizer que é cômico se a Educação brasileira não estivesse vivendo três meses de uma espécie de Ópera Bufa. Que venham a nós os espíritos da floresta e dos mangues!

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