domingo, 2 de dezembro de 2018

Seres geneticamente modificados


O que mais me espantou na notícia a respeito das duas gêmeas geneticamente modificadas, nascidas na China, foi a reação de alguns cientistas, inclusive, brasileiros. Para eles “ainda não era hora”. Convenhamos, a manipulação genética é uma realidade há tempos. Quem dirá “qual a hora” exata e correta para se usar em benefício de seres humanos? Ou as reações só ocorreram porque a manipulação foi feita por um físico e não um médico? As discussões me parece frágeis. Precisam ser melhor fundamentadas para se sustentarem. Dizer que “não era hora” será capaz de convencer alguém? A mim não me convence! Não consigo ver problema nenhum na manipulação genética que previna doenças. Salvo se me provarem o contrário.

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sábado, 1 de dezembro de 2018

Capacho


Às vezes ser capacho
É um estremo ato
De intensa nobreza
E sutil sutileza.
O brasileiro mediano
É um eterno capacho humano
Que adora idolatrar
Tudo que bem de lá.
Nem precisa ser americano
Basta ser estrangeiro.
Nem que ele entre pelo cano
Finge que ganhou dinheiro
Só para fazer de conta
Que é milionário arrogante
Com isso, ele a nós afronta
Se faz de grande negociante.
No fundo, só mama nas tetas
De todo o tipo de governo
E com suas constantes mutretas
Comete crimes hodiernos.
Pra poder gastar em Miami
E encontrar quem o ame
Ou finja dele gostar
Essa gente não sabe o que é amar.

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Ser capacho dos EUA


A elite que se diz intelectual, no Amazonas, fez opção preferencial por ser capacho do EUA ou de tudo o que “vier de fora”. Não valoriza o que daí são ou que aí estão. Adoram a subserviência cultural. São cultuadores de Miami. Vão lá comprar o enxoval dos filhos. Um presidente eleito por eles bater continência para funcionário de segundo escalão dos EUA é o máximo. Porque, para eles, Tio Sam é um ídolo e Bolsonaro é a assunção desta idolatria. O filho do homem botou até um boné de Donald Trump. O Brasil desta turma verde-amarelo CBF adora ser capacho dos EUA. É a vida!

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