terça-feira, 28 de março de 2017

Medir faz parte da avaliação

É um erro imaginar que a medição não faz parte da avaliação. Auferir desempenho e analisar os resultados faz parte do processo global de avaliação. O que não existe, em muito dos casos, são as ações corretivas necessárias. E por conta desta inexistência que, como processo, a avaliação não se completa. Se um professor de Matemática, por exemplo, ministra as quatro operações. Depois de um mês, faz uma prova, tem como resultado a reprovação de mais de 50% da turma em duas das quatro operações. O que se faz hoje, na escola? Nada! As notas são lançadas, os estudantes seguem frente com novos conteúdos, sem domínio de duas das quatro operações. Em não tendo tempo para corrigir a rota e recuperar os estudantes, professores e professoras deixam de praticar a avaliação. Aí sim, medem, porém, não avaliam.


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segunda-feira, 27 de março de 2017

Somos reféns dos nossos venenos

A palavra, escrita ou dita, muita das vezes, nos torna reféns dos nossos próprios venenos. Talvez, por isso, a sabedoria popular aconselhe a “escutar mais e falar menos”. Há que diga, inclusive, que temos uma bocas e duas orelhas porque a “matemática de Deus” confirma o dito popular. Por exemplo, às vezes somos tão radicais na defesa dos nossos princípios que anulamos quaisquer qualidades do outro. Há modo pior de se cair na própria armadilha, de beber do próprio veneno que esse? A mesma mão empunhada, o mesmo punho forte que grita pela mudança, defende a rigidez da tradição. Pela declaração universal dos direitos destas pessoas, seremos bons, maravilhosos, adoráveis... desde que, pensemos iguais a eles. Ainda bem que tal veneno não mata!


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domingo, 26 de março de 2017

O convívio social nas Mídias Digitais

Quando as Mídias Digitais nem eram chamadas assim (a denominação nasceu no Programa de Pós-graduação em Ciências da Comunicação – PPGCCOM – da Universidade federal do Amazonas – UFAM), pouco se falava em “boas maneiras” nas chamadas Redes Sociais. Em 1999, elas engatinhavam. O máximo que se tinha era o Orkut. Depois que o Facebook espalhou seus tentáculos pelo Planeta e passou a adquirir outras “redes” como o Instagram e o WhatsApp, tais espaços fazem parte, digamos, “da vida real”. Assim sendo, são necessárias regras básicas de convivência. Por exemplo, não entre no espaço dos outros sem bater. Peça licença para compartilhar coisas. Respeite o pensamento do outro. Não invada a Linha do Tempo de ninguém no Facebook se não for autorizado. Demonstre que possui educação básica para a vida em sociedade. Por fim, se não suportar o que as pessoas que estão marcadas como “amigo” escrevem ou pensam, desfaça a amizade. Só assim deixará de receber automaticamente as atualizações. Funciona desta forma no Facebook e em várias outras “redes sociais”. É tão simples!


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