segunda-feira, 27 de março de 2017

Somos reféns dos nossos venenos

A palavra, escrita ou dita, muita das vezes, nos torna reféns dos nossos próprios venenos. Talvez, por isso, a sabedoria popular aconselhe a “escutar mais e falar menos”. Há que diga, inclusive, que temos uma bocas e duas orelhas porque a “matemática de Deus” confirma o dito popular. Por exemplo, às vezes somos tão radicais na defesa dos nossos princípios que anulamos quaisquer qualidades do outro. Há modo pior de se cair na própria armadilha, de beber do próprio veneno que esse? A mesma mão empunhada, o mesmo punho forte que grita pela mudança, defende a rigidez da tradição. Pela declaração universal dos direitos destas pessoas, seremos bons, maravilhosos, adoráveis... desde que, pensemos iguais a eles. Ainda bem que tal veneno não mata!


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domingo, 26 de março de 2017

O convívio social nas Mídias Digitais

Quando as Mídias Digitais nem eram chamadas assim (a denominação nasceu no Programa de Pós-graduação em Ciências da Comunicação – PPGCCOM – da Universidade federal do Amazonas – UFAM), pouco se falava em “boas maneiras” nas chamadas Redes Sociais. Em 1999, elas engatinhavam. O máximo que se tinha era o Orkut. Depois que o Facebook espalhou seus tentáculos pelo Planeta e passou a adquirir outras “redes” como o Instagram e o WhatsApp, tais espaços fazem parte, digamos, “da vida real”. Assim sendo, são necessárias regras básicas de convivência. Por exemplo, não entre no espaço dos outros sem bater. Peça licença para compartilhar coisas. Respeite o pensamento do outro. Não invada a Linha do Tempo de ninguém no Facebook se não for autorizado. Demonstre que possui educação básica para a vida em sociedade. Por fim, se não suportar o que as pessoas que estão marcadas como “amigo” escrevem ou pensam, desfaça a amizade. Só assim deixará de receber automaticamente as atualizações. Funciona desta forma no Facebook e em várias outras “redes sociais”. É tão simples!


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sábado, 25 de março de 2017

A cobrança de mensalidades nas federais

Terceirizar os Serviços Educacionais talvez seja apenas o primeiro golpe do Governo atual na Educação Superior do País. Desde o ano passado, o Ministro da Educação (MEC), Mendonça Filho (PFL), defende a cobrança de mensalidades. A notícia não deve provocar estranhamento em ninguém. Em 2012, quando da greve dos docentes das universidades brasileiras, o deputado federal Pauderney Avellino (PFL-AM), defendeu “um modelo de financiamento misto” das universidades brasileiras. Em outras palavras, modelo misto significa que o Estado financia uma parte e o “consumidor” outra. Ao lançar o Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) e o Programa Universidade para Todos (PROUNI), o Governo Federal, na prática, passou a comprar vagas nas universidades particulares, ou seja, terceirizou os serviços a serem prestados pelas universidades públicas. Estados e municípios seguirem o mesmo caminho: comprar vagas nas IES particulares. No Rio de Janeiro, só para ficar em um exemplo, a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) pede socorro. Os vencimentos dos professores foram cortados em 30%. O desmonte precede à cobranças de mensalidades. Ele já começou!


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