sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Diretrizes que se transformam em leis

Costumo dizer que, ao que parece, há uma cultura de subserviência das universidades brasileiras em relação ao que vem do Ministério da Educação (MEC) e do Conselho Nacional de Educação (CNE). Um exemplo disso não as Diretrizes Curriculares. São seguidas como se fossem camisas-de-força. A ponto de, em alguns projetos político pedagógicos, serem copiadas palavra por palavra. Como consequência, o que se tem são estruturas curriculares engessadas. Tão grades quão as antigas grades curriculares. Deixar as Diretrizes se transformarem em leis é abrir mão da autonomia, das atividades criativas e relacionadas com as diferenças regionais. Diretrizes são trilhas. São caminhos recomendados, porém, não impostos. Quando compreenderemos isso? Se demorar mais, a escola fenecerá.


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quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Para nós, latino-americanos, aprendermos

Foi de arrepiar e encher os olhos de lágrimas. Torcedores do Atlético Nacional, de Medellin, na Colômbia, todos de branco, lotaram as arquibancadas do estádio Atanásio Girardot, no exato horário que seria o primeiro jogo da decisão da Copa Sulamericana entre Chapecoense e Atletico Nacional e cantaram homenagem ao time brasileiro, que perdeu 19 dos seus 22 jogadores em um acidente aéreo. No mínimo, devemos aprender a respeitar mais nossos irmãos latino-americanos porque, desta vez, o futebol, e eles em particular, nos deram uma lição de vida e de respeito ao outro. Que a morte dos jogadores da Chapecoense sirva para entendermos que a vida não pode ser pautada pelo “vale-tudo”. Muito menos no esporte!

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quarta-feira, 30 de novembro de 2016

A corruptocracia e os anéis que se foram

O placar da votação das 10 medidas contra a corrupção me faz crer que os corruptos fizeram um pacto: os que ficaram e os que saíram. Com o seguinte propósito: que se salvem os dedos e danem-se os anéis. A PEC 55 foi a nuvem de fumaça utilizada para “distrair” os movimentos sociais enquanto transfiguravam a proposta popular de emenda Constitucional. No Brasil, ao que parece, os políticos (e muitos dos brasileiros verde-amarelo que bateram panelas) pouco ligam para a democracia. Defendem sim, independentemente das cores partidárias, a corruptocracia. Preservá-la parece ser o que vos une, com raríssimas exceções. Há que se repensar o próprio pensamento. O nosso conceito de Nação. Ou esta turma nos levará a uma guerra civil sem precedentes!


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