segunda-feira, 24 de abril de 2017

É preciso lidar com a morte

contrário, buscamos, avidamente, a eternidade. Ainda que saibamos: a morte é a única certeza. Digo isso porque, na maioria dos casos, as organizações, públicas ou privadas, publicam notas frias, quase isentas, quando algum dos “seus colaboradores” morrem. É como se a vida de luta, produção, dedicação, enfim, como se o fruto do trabalho realizado não valesse nada ao longo dos anos. Ou, valessem tudo em vida, mas, perdessem completamente o valor, com a morte. Não seria importante reconhecer, também, depois da morte, o que a pessoa fez pela organização na qual trabalhou? Creio que isso só mudará quando, culturalmente, encaramos a morte com mais naturalidade. Como parte de um inevitável ciclo.


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domingo, 23 de abril de 2017

Salve Livro!

Salve Livro! Salve Livro! Com todo o respeito que se deve ter em relação à fé das pessoas, se é para comemorar, prefiro acredito nos milagres que o Livro pode fazer na vida da pessoa. Desde a hora que acordei não li uma vírgula sobre o “Dia Mundial do Livro”. Tudo o que li até agora foi “Salve Jorge!” numa alusão ao “Dia de São Jorge”. Daí resolvi fazer esta postagem. Não tem nenhuma intenção de se contrapor a São Jorge. Ao contrário, que cada um mantenha a crença que tiver. É apenas um modo de lembrar aos meus leitores e leitoras que hoje também é o dia “dedicado a homenagear o Livro”. A depender do diálogo que travemos com ele (o Livro), talvez consigamos abrir a porta para desanuviar a mente humana. E este, quem sabe, é o maior milagre que se pode ter: pessoas de mentes abertas. Salve Jorge! Salve Jorge! Salve Livro! Salve Livro!


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sábado, 22 de abril de 2017

A ética como produto de conveniência

Os últimos fatos do mundo, do Brasil e da própria universidade onde trabalho parecem desvendar o momento que vivemos: o da ética das conveniências. Talvez, a ética das lojas de conveniência. É como se ética fosse um mero produto, adaptável, que se compra em qualquer loja de conveniência, inclusive, nas dos postos de gasolina. E a usamos da forma que queremos, para justificar nossos atos. E a base desta ética é “pense igual a mim, ou não és ético”. Ninguém analisa mais ou avalia o momento, as ações. A única regra é: esteja ao meu lado ou não prestas. Triste momento enfrentado pelo mundo, pelas pessoas, pela sociedade. Lamentável que tenhamos retrocedido aos anos da barbárie. Mais grave quando este retrocesso é para a ética da conveniência.


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