sexta-feira, 2 de outubro de 2015

O ego nutrido pela inveja

Há pessoas cuja pequenez é microscópica e cujo ego não cabe no corpo, muito menos na alma. Porque a pequenez maior é a da própria alma. São pessoas amargas, que se alimentam da inveja como fonte para se manter vivas. Investem na arrogância como diferencial par esconder a fraqueza de espírito. Míopes por opção, não conseguem enxergar a incompetência como marca das suas trajetórias. E tratam de investir em ataques pessoais ou insinuações maldosas, carregadas da amargura do veneno que destilam. Ao morderem a própria língua, esquecem que já ocuparam cargos públicos e, ou foram demitidos (ou demitidas) por incompetência e inépcia administrativa, ou tiveram passagens medíocres pelos cargos que ocuparam. Ou tentaram ocupar e não conseguiram. Fracassados e fracassadas tendem a projetar no outro a própria imagem do fracasso. Os ataques pessoais funcionam como válvulas de escape. Só nutrem a inveja de fracassados e fracassadas! Não me sinto feliz com o sentimento do desprezo. Mas, às vezes, para confrontar egos nutridos, o desprezo é necessário.


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