Máscara era acessório de Carnaval. Para as pessoas esconderem a tez. De algumas práticas da insensatez. Que rodava o próprio Carnaval. Mudou o Carnaval, mudaram os tempos com chegada do Coronavírus. E até aquele jogador de futebol “mascarado” passou a ser idolatrado. Por defender a causa dos humanos. Talvez seja só uma máscara. A força do momento. Mas, o certo é que há que diga que mudou. E mudou mesmo: aquela pessoa “mascarada”, ou seja, cheia de marra, arrogante...hoje é a pessoa que se previne, que dá exemplo, que serve de padrão de comportamento. Eu que sempre lutei a vida inteira para não ser um ser “mascarado”, tenho de admitir: hoje, ser mascarado é um bom exemplo. É a vida, os tempos e a língua com as suas “ressignificações”, para usar uma palavra que, também, virou moda.
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