quarta-feira, 21 de março de 2018

O processo de escolha dos desembargadores


A execução da vereadora do PSOL, Marielle Franco, serviu, também, para desvendar a violência psicológica praticada por uma desembargadora do Rio de Janeiro (recuso-me a dizer o nome para não dar mais publicidade). Desde 2015 ela posta impropérios, baboseiras e demonstrações pouca inteligência que a desqualificam totalmente para o cargo. E fica a pergunta: como alguém com tanto preconceito, ódio e tão pouca capacidade de discernimento se tornou desembargadora? Só há uma resposta possível: o processo de escolha dos desembargadores e juízes neste País precisa ser revisto urgentemente. Está equivocado, pois, é impossível que uma pessoa como esta desembargadora possa julgar alguém. Suas posições assumidas publicamente nas redes as desqualificam. E é lamentável que, ao final de tudo, se condenada pelos crimes cometidos na Internet, a desembargadora vá desfrutar de uma aposentadoria integral: mais uma injustiça.

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