terça-feira, 13 de outubro de 2015

Os salvadores da Pátria Educadora

Não creio em “salvador da Pátria” na política assim como não creio em “salvador da Pátria” em nenhum campo da vida social. O último salvador do qual se tem notícia, foi crucificado por um Pilatos, que lavou as mãos, e o deixou parar na cruz, com pregos nas mãos e nós pés. Assim sendo, nem o Governo Federal é o único responsável pela “Pátria Educadora”, nem os que se autointiulam dela defensores. Defender a Educação como bem público e transformá-la em estratégica para o País não acontece por força de meia-dúzia de abnegados. Estejam eles nos gabinetes de Brasília ou nos sindicatos Brasil afora. Caso a sociedade não seja convencida da importância estratégica da Educação para o País, dificilmente se terá êxito em tentar “salvar a Educação”. Todos os setores da sociedade precisam ser conquistados, convencidos. Caso contrário, amofinaremos em uma guerra fratricida sem a menor possibilidade de vencermos a letargia e os slogans governamentais e sindicais. É preciso mais que placas, faixas e “conversa fiada”. Ou ficaremos, todos, meramente como críticos dos slogans oficiais de quaisquer dos lados.


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